S U M M E R T I M E, finally!
terça-feira, 13 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
"I love you, Savannah, and I always will," I breathed. "You're the best thing that's ever happened to me. You were my best friend and my lover, and I dont regret a single moment of it. You made me feel alive again, and most of all, you gave me my father. I'll never forget you for that. You're always going to be the very best part of me. I'm sorry it has to be this way, but I have to leave, and you have to see your husband." As I spoke, I could feel her shaking with sobs, and I continued to hold her for a long time afterward. When we finally seperated, I knew that it would be the last time I ever held her. I backed away, my eyes holding Savannah's. "I love you, too, John," she said. "Good-bye."
"Our story has three parts: a beginning, a middle, and an end. And although this is the way all stories unfold, I still can't believe that ours didn't go on forever."
Nicholas Sparks in "Dear John"
II. Fomos personagens de uma história fantasiosa, sem verdade, sem sentido! E hoje dela ficou coisa nenhuma, e dela em mim ficou tanto, a maior desilusão que alguma vez se viveu. Morre a esperança de um dia saber quem és tu na verdade ... e morre tudo o resto! Tu não és mais quem um dia foste, ou talvez nunca tenhas sido na verdade a alma e o corpo que me levaram a essa paixão, que é agora mais passado que presente. Um estranho sem nome que amei, que ainda espero encontrar em outro alguém que exista de facto como tu nunca exististe, que traga consigo a verdade e não a ilusão nos seus passos, nas suas palavras, nos seus sentimentos.
P.S. Quem és tu na verdade?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
I. Tantas vezes me questiono do porque desta saudade de quem um dia foi meu mundo, e hoje me abandona sem razão. E o que traz essa saudade se não lembranças de uma realidade que na verdade não o foi, que na verdade de real pouco teve. E é isso que ainda prende este coração, essa imagem quimérica de um amor perfeito, que embora agora desfeito, vive na memória de forma tão acesa. Os momentos são agora meros sonhos, meros desejos não partilhados, que me prendem por longas horas, que amenizam por instantes essa viva dor.
Não existe caminho de volta ... talvez no fundo nem o deseje.
P.S. Quem és tu na verdade?
quarta-feira, 7 de julho de 2010
“Lamento chegar à conclusão de que foste muito mais perigoso para mim do que o contrário; eu pensava que vivias numa espiral e acreditava que podia, com todo o amor que tinha por ti, aliado a uma profunda compreensão do teu ser, ajudar-te a sair dela, e acabei presa numa armadilha que é um espelho em ponto pequeno do teu grande labirinto, do qual, sei hoje, nunca sairás.”
"O Dia em que te esqueci", Margarida Rebelo Pinto
"O Dia em que te esqueci", Margarida Rebelo Pinto
Não tem como voltar a algo que não existe, que na verdade talvez nunca tenha existido. Tudo se revela incoerente. As vontades que se acumulam no peito são intraduzíveis,fazem me sentir coisa nenhuma, e na verdade levam me para lugar algum, como barco sem remos que segue o doce balançar da corrente, que anseia apenas chegar a porto seguro. Nada revela grande coerência, nada agora se assume claro ou entendível, nem mesmo o que em tempos foi certo e indiscutível, e o doce sabor das certezas perde-se nas tempestades de um ser. Nada fica a não ser os fantasmas que um dia foram dois corpos e uma mesma alma.
Amei-te,
e essa é talvez a única verdade que ficou desses tempos tão nossos, 'tão' de ninguém!
Subscrever:
Mensagens (Atom)